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Participação

Faça você mesmo

Que tal aprofundar o que você aprendeu até aqui e compartilhar com outras pessoas? Dá uma olhada na proposta de atividade e mãos na massa!

Do que vamos precisar

Cordão, tesoura, grampeador, pregador, imagens de grupos de jovens, cartolina, canetão, aparelho de som.

Como vamos fazer

Passo 1: Prepare o espaço com um varal cheio de recortes de jornais e revistas, que mostrem grupos de jovens participando de alguma atividade cultural, esportiva, comunitária ou política (um grupo de teatro, de skatistas, uma banda de música, um time de basquete, um grêmio estudantil, um movimento social por direitos, uma rádio comunitária, uma manifestação política, etc). Produza um cartaz com a pergunta: “O que é participação?” e inclua no meio da exposição de imagens. E também espalhe pelo varal várias folhas em branco, você vai precisar de uma folha para cada participante da atividade.

Passo 2: Antes de convidar o grupo para entrar na sala, coloque uma música de fundo e peça para que cada participante, em silêncio, escolha uma imagem com a qual se identifica, pegue uma das folhas em branco e escreva o que é, para ele, participar. Em seguida, faça uma roda de apresentação, onde cada pessoa deve falar sobre a imagem que escolheu e sobre o que entende por participação.

Passo 3: Divida a turma em dois grupos, peça para os grupos construírem um quadro do que motiva e o que desmotiva a participação em diferentes espaços: na escola, na comunidade, na sociedade. Quais o desafios de envolver outros adolescentes e jovens nesses espaços de participação, caso o grupo inteiro já participe. Ao final, os grupos devem compartilhar uns com os outros suas produções.

Adolescência

Que tal aprofundar o que você aprendeu até aqui e compartilhar com outras pessoas? Dá uma olhada na proposta de atividade e mãos na massa!

Do que vamos precisar

Um poema ou uma música que represente a adolescência e juventude, papel sulfite, canetinha, cartolina, cola, régua e tesoura.

Como vamos fazer

Passo 1. Para começar a conversa, compartilhe com todo o grupo o poema ou música escolhida, discuta sobre quais lembranças a música ou poema trazem. Em seguida, peça que cada um construa uma metáfora sobre o que é ser adolescente e jovem. Depois, todos devem apresentar suas produções.

Passo 2: Divida os participantes em pequenos grupos. Cada grupo vai discutir uma das perguntas abaixo e depois construir um cartaz, poesia, desenho, música ou qualquer outra forma de expressão artística sobre o que conversaram para apresentar aos outros grupos. Os grupos não devem saber o que os outros estão discutindo.

Grupo 1: Como é ser adolescente e/ou jovem? Quais as alegrias, medos, dores desse momento da vida?

Grupo 2: Como a sociedade vê os adolescentes e/ou jovens? O que a mídia diz sobre os adolescentes e jovens?

Grupo 3: Quais são os direitos dos adolescentes e jovens? Esses direitos são plenamente respeitados no Brasil? Por quê?

Passo 3: Cada grupo apresenta seus trabalhos e todos discutem sobre as questões que aparecerem.

Tá na mão:

ECA

Estatuto da Juventude

Revista Viração

Democracia

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Do que vamos precisar:

Cartolina ou quadro, cola, canetões.

Como vamos fazer:

Passo 1:

Reúna a galera em uma roda e anime uma “chuva de ideias” sobre democracia. A ideia é que cada pessoa fale o que vem à cabeça quando pensam na palavra democracia. Registre no quadro ou cartolina as ideias que surgirem, para que todos possam visualizar. Ao final da chuva de ideias, apresente e discuta com a galera os principais aspectos do conceito e a contextualização histórica apresentada no texto. Qual a importância da democracia? O que significa poder do povo? Vivemos uma democracia plena no Brasil? Quais os momentos marcantes da história política do país? Lance essas e/ou outras perguntas para animar a conversa.

 

Passo 2:

Divida a turma em dois grupos. Eles vão discutir o seguinte: a) O primeiro grupo vai pensar nas formas de participação democráticas previstas na Constituição, como o voto, as conferências, os conselhos, audiências, etc. O que sabem sobre elas? Quais as dificuldades da participação nesses espaços? b) O segundo vai discutir situações de participação na família, na escola, grupos, igreja, e outros espaços mais próximos de cada um. Como foi participar? As decisões foram democráticas? Foi um processo simples ou complicado? Por que?

Os grupos devem montar uma apresentação para debate.

 

Passo 3:

Agora, os grupos devem apresentar suas produções. Anime que as pessoas comentem os aspectos trazidos em cada apresentação, para aprofundar o debate. Quais os desafios da participação popular no Brasil? Pense, especialmente, na situação de adolescentes e jovens.

Conclua a atividade com uma avaliação breve ou um abraço coletivo, para celebrar o poder do povo!

 

Tá na mão:

Se liga nessas dicas para aprofundar a discussão.

Assista no YouTube aos vídeos

Política sem Mistério

Sistema Político do Brasileiro. E eu com isso?

Educomunicação

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Do que vamos precisar:

Câmeras fotográficas ou celulares.

Como vamos fazer:

Passo 1

Selecione uma pessoa para ficar em pé em algum canto da sala, parada (modelo). Divida os demais em quatro grupos, cada um desses grupos deve escolher uma pessoa para ser fotógrafa. Posicione os fotógrafos e seu grupo em lugares diferentes em relação ao modelo: um de frente, no melhor ângulo e próximo; os demais em espaços laterais, ou atrás, com maior distância em relação ao modelo. Depois de posicionar todos no espaço, peça que tirem uma foto do rosto do modelo.

Passo 2

Em seguida, converse com os grupos sobre as dificuldades encontradas e como a posição privilegiada ou não de cada um no espaço impactou no resultado da foto.

Nesse sentido, pode-se fazer o paralelo entre a posição de favorecimentos da grande mídia em relação a mídia independente. E como seus privilégios beneficiam o acesso do grande público ao que é produzido por eles, seu olhar sobre o objeto fotografado e por consequência sua visão de mundo.

Aproveite para conversar como a mídia retrata os adolescentes e jovens brasileiros. E como a Educomunicação pode contribuir para construir outras narrativas.

Outras experiências:

viracao.org

agenciajovem.org

intervozes.org.br

www.cca.eca.usp.br/nucleos/nce

www.diretoacomunicacao.org.br

Direitos Humanos

Faça Você Mesmo

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Do que vamos precisar:

A imagem do quadro “Criança Morta” (1944), de Candido Portinari, impressa ou projetada em uma tela;TV ou computador com caixas de som e um projetor; Cartolina ou quadro; folha de sulfite; cola e tesouras; canetões; giz de cera e lápis de cor; régua; borracha e lápis grafite.

Como vamos fazer:

Passo 1

Apresente aos participantes a pintura “Criança Morta” (1944), de Candido Portinari, sem dar informações sobre ela. Peça para que cada pessoa escreva em uma folha o que essa pintura representa para si e qual sentimento gera. Peça para cada um dar o nome a pintura.

Em seguida, peça para que o grupo compartilhe o que registraram. Deixe que os participantes se expressem à vontade e, a partir do que disserem, faça outras perguntas, estimulando-os a falarem mais.

Passo 2

Pergunte ao grupo o que sabe sobre Direitos Humanos. E qual a relação do quadro, e de tudo que falaram sobre ele, com esse tema. Deixe a galera falar um pouco. Em seguida exiba o vídeo “A história dos direitos humanos” e facilite o debate sobre o filme, com base no texto sobre direitos humanos.

Passo 3

Separe as pessoas em pequenos grupos. Distribua um trecho diferente da Declaração Universal dos Direitos Humanos, previamente selecionadas, para cada um. Peça para que elaborem desenhos, poesia, colagens ou qualquer outra representação artística daquele trecho. Em seguida, os grupos devem se apresentar.

Tá na mão:

Se liga nessas dicas para aprofundar a discussão.

Assista no YouTube aos vídeos:

A história dos direitos humanos

Direitos Humanos – ONU mulher Brasil

A verdade sobre direitos humanos – Gregório Duvivier