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Rapidinhas

Na ECA SP, oficinas exploram o “ser jovem” e a condição das juventudes

5 de dezembro de 2018

Seguindo a programação da Escola de Cidadania para Adolescentes em São Paulo, foram elaboradas atividades para dois encontros temáticos sobre o ser jovem enquanto categoria social e as condições de vida destas juventudes na cidade e em todo o país.

Após uma rodada de conversa retomando os temas dos encontros anteriores, as e os adolescentes foram divididos em grupos para discutir algumas perguntas provocadoras:

  • O que e como é ser adolescente e jovem?
  • Como a sociedade vê o jovem?
  • Como a mídia representa o jovem?

Depois de conversarem em grupos, a turma apresentou suas conclusões. Com a ajuda dos educadores, os grupos alinharam seus pontos de vista e foram apresentados a alguns conceitos essenciais para entendermos a juventude enquanto categoria social:

  • Transição, delimitação etária, marcos legais
  • Visões de juventude

A partir destes conceitos, a turma debateu o direito de ser adolescente e quais espaços as juventudes brasileiras encontram na sociedade, e o período da adolescência como um período de descoberta de talentos e competências:

  1.   Como é ser adolescente?
  2.   Como eu vejo a adolescência?
  3.   Como a sociedade vê a adolescência?

Depois, foram convidados a montar um acróstico com seus nomes, elencando suas habilidades e também produziram trabalhos – cartazes, murais, fanzines – com a síntese das discussões do encontro. Como ‘lição de casa’, as e os jovens ficaram responsáveis por procurar exemplos de notícias representativas da adolescência e do lugar das juventudes na sociedade.

A segunda parte da oficina sobre ser jovem começou com a turma retomando as discussões dos encontros anteriores e apresentando as notícias com temática adolescente coletadas. Com base nas notícias apresentadas, algumas nuances do conceito do ser adolescente e jovem foram colocados em pauta:

  • Como a mídia apresenta o jovem?
  • O que caracteriza a cultura juvenil?

Algumas das preocupações centrais que permeiam a fase da adolescência também estiveram em foco: Como se preparam para o mundo do trabalho? Como pensam sua relação com a família? Como escolhem profissões? Como tomam conhecimento de seus direitos? Como participam da sociedade e da política? Como constroem sua autonomia?

Uma dinâmica explorou o conceito de ‘competência’ e suas aplicações ao longo da vida. As e os adolescentes revisitaram seus acrósticos para categorizar suas competências entre habilidades, conhecimentos e atitudes. foram debatidos os pilares da educação no século XXI – aprender a SER, FAZER, CONHECER E CONVIVER – e a tríade de desenvolvimento individual – IDENTIDADE, INTERATIVIDADE E AUTONOMIA.

De posse destes conceitos, a turma se debruçou sobre o mural com suas competências e conversou sobre como cada uma delas, em conjunto, pode oferecer contribuições para seu desenvolvimento pessoal e social. Para enriquecer ainda mais a discussão, assistiram a vídeo-aula sobre juventudes, criada especialmente para a ECA:

Depoimentos de especialistas e ativistas trouxeram diferentes perspectivas sobre o ser jovem e participar ativamente de movimentos sociais e da política local e nacional para encerrar a atividade.