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Rapidinhas

As juventudes e os Direitos Humanos em discussão na ECA São Paulo

5 de dezembro de 2018

Os Direitos Humanos, assim como a compreensão do mecanismo e da manutenção dos valores democráticos, da importância da mobilização e da atuação política, foram tema de dois encontros da Escola de Cidadania para Adolescentes em São Paulo.

No primeiro encontro, após uma breve retomada das discussões sobre a democracia e o sistema político brasileiro, uma dinâmica explorou o poder, muitas vezes nocivo, dos rótulos aos quais estamos submetidos na sociedade.

Através desta atividade, foi trabalhado o conceito de Identidade e as plurissignificações que surgem para os adolescentes em suas vivências: estereótipos, termos pejorativos, questões de autoafirmação e manutenção de privilégios, entre outras.

Em seguida, os educadores chamaram as e os jovens à uma atividade na qual deveriam dizer “Concordo x Discordo” para algumas afirmações de senso comum sobre Direitos Humanos:

  1. Direitos humanos são para humanos direitos. 
  2. Ninguém pode tirar os direitos humanos de ninguém.
  3. O direito à educação é um dos direitos mais importantes.
  4. A maioria das pessoas no Brasil é contra os direitos humanos.
  5. O direito à liberdade de expressão garante que todas as pessoas falem o que quiserem, da forma que quiserem.

Com essa dinâmica, foram debatidas a universalidade e a indivisibilidade dos Direitos Humanos, a interdependência entre eles e ainda os Direitos Humanos como inalienáveis.

Para ampliar as discussões, a turma assistiu a exibição do programa Greg News – “A Verdade sobre Direitos Humanos”:

Para encerrar o primeiro encontro sobre o tema, foi proposta uma leitura coletiva do texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Divididos em grupos e com o auxílio do material disponível no site da ECA sobre o tema, as alunas e alunos tiveram tempo para ler e discutir o texto histórico, e depois foram convidados a criar apresentações sobre os conceitos estudados.

A segunda parte da oficina começou com a apresentação dos trabalhos da turma criados a partir da leitura coletiva da Declaração Universal dos Direitos Humanos e também a discussão do processo de mapeamento afetivo proposto no início do projeto.

Depois dessa apresentação, a turma assistiu e debateu a vídeo-aula sobre Direitos Humanos e as juventudes, criada especialmente para a Escola de Cidadania:

No final deste encontro, uma roda de conversa com convidados ativistas em Direitos Humanos trouxe para as e os adolescentes diferentes perspectivas sobre a luta pela manutenção de direitos: movimento feminista, movimento negro, movimentos pela educação, direito ao trabalho, à comunicação, entre outros.